O Rap é compromisso
07 jan 2012 Deixe um comentário
Ainda ouço falar que é chato esse lance de música de protesto, ainda há algumas barreiras,mas essas mesmas pessoas que se sentiam agredidas ou vestiam a carapuça, hoje dançam felizes as músicas do Criolo e do Emicida ( não vejo problema nisso, afinal música é tbem, ou, essencialmente é, entretenimento). Na minha modesta opinião , há uma uma energia nova, sem ódio, com auto estima e sem vitimizações, mas sem nunca deixar de protestar, porque como o Ferréz me disse em uma entrevista, “ainda ta osso”. Fico feliz pq realmente me identifico com esse momento, não como vítima e nem sobrevivente, nem como a loira que gosta de rap e já foi mal tratada no clube da cidade, e nem como a menina da periferia que já foi vista com uma certa desconfiança em alguns ambientes q prefiro não citar, mas como alguém que tem uma história como todo mundo, mas agora tem uma trilha para acompanhá-la no seu longo percurso da sua periferia até o seu trabalho triunfante.
Desculpe-me o tamanho do texto. Nem acho que alguém chegará até aqui. Vou colocar no meu blog. Mas acho que todos os tipos de violência que infelizmente presenciei muito de perto, me faz crer que essa música pode ser uma luz, e pra mim hoje ter um rap que denuncia o descaso, mas fala que o triunfo vem do trabalho e não da ganância e das falsas ilusões, e que ao mesmo tempo diz que ” Quem pensar pequenininho vai morrer sem”, é o que milhões de pessoas precisavam ouvir com uma puta banda acompanhando.
Ainda ouço falar que é chato esse lance de música de protesto, ainda há algumas barreiras,mas essas mesmas pessoas que se sentiam agredidas ou vestiam a carapuça, hoje dançam felizes as músicas do Criolo e do Emicida ( não vejo problema nisso, afinal música é tbem, ou, essencialmente é, entretenimento). Na minha modesta opinião , há uma uma energia nova, sem ódio, com auto estima e sem vitimizações, mas sem nunca deixar de protestar, porque como o Ferréz me disse em uma entrevista, “ainda ta osso”. Fico feliz pq realmente me identifico com esse momento, não como vítima e nem sobrevivente, nem como a loira que gosta de rap e já foi mal tratada no clube da cidade, e nem como a menina da periferia que já foi vista com uma certa desconfiança em alguns ambientes q prefiro não citar, mas como alguém que tem uma história como todo mundo, mas agora tem uma trilha para acompanhá-la no seu longo percurso da sua periferia até o seu trabalho triunfante.
Desculpe-me o tamanho do texto. Nem acho que alguém chegará até aqui. Vou colocar no meu blog. Mas acho que todos os tipos de violência que infelizmente presenciei muito de perto, me faz crer que essa música pode ser uma luz, e pra mim hoje ter um rap que denuncia o descaso, mas fala que o triunfo vem do trabalho e não da ganância e das falsas ilusões, e que ao mesmo tempo diz que ” Quem pensar pequenininho vai morrer sem”, é o que milhões de pessoas precisavam ouvir com uma puta banda acompanhando.